terça-feira, 23 de dezembro de 2008

£u de¢ido o q me convém, blz???

Você sabia que o peixe não percebe a água?
Ele não percebe que há um outro ambiente em que se possa viver, de fato só percebe que vive no meio aquático quando está fora dele, mas acaba morrendo qdo faz isso ....
Assim somos nós, vivemos durante tanto tempo imersos em regras e mais regras e mais um pouquinho de regras, então quando decidimos pensar deixando de ser animais de hábitos e passando a ser racionais .... BUM!!!!!! a casa cai.
Isso porque quando seguimos o sistema somos condicionados por ele, então vamos nos desenvolvendo, criando nossas próprias opiniões e aos poucos vamos conhecendo outras realidades, estamos completamente fora do que vivíamos e ao contrário do que acontece com o peixe, não morremos mas estamos a 1 passo da liberdade ...
Platão, por exemplo, compara nosso mundo cotidiano a um "abrigo subterrâneo", uma caverna onde somos mantidos acorrentados. À nossa frente ergue-se uma parede e atrás de nós uma fogueira, incapazes de virar a cabeça, vemos somente as sombras projetadas na parede pelo fogo. Nada conhecendo além disso, naturalmente tomamos essas sombras por "realidade". Os seres humanos, nossos companheiros, assim como todos os objetos da caverna, para nós não passam de sombras; não têm para nós, outra realidade além dessa."
A realidade é simples e não deixa sombra de dúvidas, é muito mais fácil sermos produtos de uma "Fantástica Fábrica de Idéias" ... mas de boa, não toh afim de ser um produto ... curto a idéia de ser gente huahuahua ...
É importante colocarmos nossa opinião no meio da roda, é importante deixarmos claros os nossos valores, o que realmente somos ... a vida é o maior presente que Deus nos deu, deu pra vc, pra mim, e adivinha???? temos o livre arbítrio para decidir o que fazer.
Na bíblia está escrito, TODAS AS COISAS ME SÃO LÍCITAS, MAS NEM TUDO ME CONVÉM ... isso significa que posso fazer tudo, mas quem decide o que me convém sou eu!!!
2 bilhões de anos se passaram e a humanidade continua atrofiada, não se sinta intimidado com isso, vc pode pensar, pode sair do aquário, saia da cavernaaaa, seja e veja a diferença...
E se algum mané quiser te impidir de pensar, olhe bem pra ele e diga:
£u de¢ido o q me convém, blz??? (mas com uma pitada de juízo, claro).

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Quem delimita até onde posso ser livre???

Quando ando pela rua, observo como o mundo está, observo as pessoas e observo seus olhares. Vejo por aí entidades preocupadas em conservar seus tabus, suas doutrinas, suas crenças apenas por tradição, se esquecendo que com a mesma velocidade que os dias passam, problemas novos surgem e é necessário resolvê-los.
* Cito o nome “entidade” para definir sistemas de manipuladores e modeladores de idéias, e exatamente esse sistema que tem feito o mundo pender para o mau.
O grande problema das pessoas é que quando elas olham para o que as cercam, estão apenas procurando sinais que as tornem santas, ouvem a opinião das pessoas apenas para contra argumentar, percebem as diferenças apenas para se vã gloriar, que absurdo.
Acredito que o mundo deveria perceber que ao tentar resolver, ou melhor, permanecer com suas antigas opiniões a respeito dos seus próprios problemas, está criando uma bola de neve e não vê a mediocridade que está imerso.
Vocês sabiam que 90% da violência com as crianças vêm dos pais?
E chegamos ao ponto que acho mais importante do texto.
Como resolver o problema do mundo, antes de resolver a sua própria vida?
A minha dúvida é simples, por que é tão mais simples viver em uma redoma, sendo orientado por um líder que pensa por você, que fala por você, que decide por você? Onde fica o livre arbítrio nessa história toda? O direito de ir e vir se limita nas mãos de líderes (por hierarquia) que por mero egoísmo se acham no direito de decidir por nós.
Ah, pelo amor de Deus, militarismo a essa altura do campeonato?
E isso não se trata de uma questão religiosa, o sociólogo Durkheim, retrata muito bem isso quando aborda o tema de suicídio, ele acreditava que se pudesse demonstrar o quanto um ato individual é o resultado do meio social que o cerca, teria uma prova da utilidade da sociologia.
De acordo com Durkheim, os indivíduos têm um certo nível de integração com os seus grupos, o que ele chama de integração social ( o que chamamos nas igrejas de “comunhão” ), níveis anormalmente baixos acontece quando uma pessoa é criticada por outras por conta de seus atos, ou níveis altos que é o auto flagelo por não chegar a perfeição (imposta pelos regras).
Ele ainda cita que no meio social católico os níveis de integração sociais são normais, enquanto o meio protestante tem níveis baixos, ou seja, a comunhão imposta é utopia!!!!
Isso é novidade pra você???
Então queridos, está na hora de pararmos e revermos nossos conceitos, se a minha liberdade termina quando a sua começa, onde estão os extremos dela?
E quem delimita até onde eu posso ser livre?